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Tablete Crua de Alfarroba & Hortelã da Ribeira

1.88

Deliciosas Tabletes feitas a partir da fusão entre cacau e alfarroba, acompanhados de uma pitadinha de açúcar de coco e da acção refrescante da Hortelã da Ribeira.

 

Usufrui de um “chocolate” singular feito artesanalmente a partir de ingredientes simples e Naturais, com uma aparência, textura, solidez, aroma e sabor próximo de um chocolate convencional com o toque Nativo da nossa alfarroba.

 

Todo o sabor dos ingredientes vegetais biológicos, onde os nutrientes estão garantidamente presentes. Sem corantes nem conservantes, sem açúcar refinado e sem glúten.

 

Ingredientes:
Manteiga de cacau*; farinha de alfarroba (38%)*; açúcar de coco*; hortelã da ribeira (proporções variáveis)*.

*proveniente de agricultura biológica. Pode conter vestígios de frutos secos de casca rija

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Descrição

Hortelã da Ribeira

(Mentha Cervina)

Características:


A hortelã da ribeira (Mentha cervina), também conhecida como erva-peixeira ou alecrim-do-rio, pertence ao género Mentha. É nativa da península ibérica e a sua conservação actualmente encontra-se em risco devido à sua reduzida competitividade relativamente a outras Mentha, e à destruição e alteração do seu habitat.


As suas flores surgem entre junho e setembro, são de cor branca e atraem insetos. O seu cheiro é semelhante ao das outras hortelãs. O que distingue esta hortelã das outras são as suas folhas mais finas e pequenas.

Preferem locais próximos de águas correntes e em Portugal pode-se encontrar na zona próxima do rio Guadiana.

Utilização:


Atualmente, já pouco resiste na tradição gastronómica portuguesa e é muitas vezes confundida com o poejo.

Em algumas tascas e restaurantes típicos, servem peixes do rio fritos, regados com o molho de ‘erva-peixeira’. Pode acompanhar saladas, sopas, queijos e molhos.


Esta é utilizada inteira, fresca ou seca, na preparação de infusões que têm um forte aroma, utilizada como digestivo.
As suas propriedades medicinais são ainda pouco conhecidas mas pensa-se que tenha propriedades antioxidantes, antisépticas, antipiréticas e carminativas.

Saramugo

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O Saramugo é um peixe em vias de extinção que escolhemos para ilustrar a Tablete Crua de Alfarroba e Hortelã da Ribeira. Ele partilha a mesma região hidrográfica que a Hortelã da Ribeira no extremo sudoeste da Península Ibérica. 


Seguindo a lógica que escolhemos para esta gama, uma espécie da fauna local acompanha um ingrediente nativo da região onde estamos sediados, o extremo ocidental da Península Ibérica.


O Saramugo (Anaecypris hispânica) é um pequeno peixe e o seu comprimento raramente ultrapassa os 7 cm. Possuem um corpo estreito, coberto com escamas finas e pequenas de coloração prateada na zona do ventre, castanho-claro na zona dorsal e quase amarelo na lateral, apresentando por vezes reflexos rosados e alguns pontos negros espalhados pelos flancos.

Foi classificado como “Criticamente em Perigo” pelo Novo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal e como “Em Perigo” pela IUCN Red List of Threatened Species, constando também na lista de espécies da Rede Natura 2000. 

 

É uma espécie endémica da Bacia do Guadiana, mas nunca foi detectado no troço principal do rio, mas sim em dez das ribeiras afluentes do Guadiana: Xévora, Caia, Álamo, Degebe, Ardila, Chança, Carreiras, Vascão, Foupana e Odeleite.

 

O Saramugo tem sofrido uma redução significativa nas últimas duas décadas, particularmente as populações da região central e superior da bacia do Guadiana em território nacional. Esta situação de declínio deve-se à má gestão dos habitats aquáticos e leito dos rios (devastados por incêndios há alguns anos).

Em Portugal há um projecto de recuperação desta espécie, cujo trabalho tem incidido não apenas na recuperação da espécie, mas sobretudo na recuperação do seu habitat. Mais informação em:

 

https://lifesaramugo.lpn.pt

 

 

Fontes:

https://www.amu.bio/

https://www.natureza-portugal.org/